Existe algo além da natureza?

 

 

 

Um pouco de música…

No dia 17/12/2011 rolou o “Tributo a Stryper” na Comunidade Golgota de Curitiba.

Stryper foi uma das primerias bandas de hard rock cristão que revoluniocou o meio secular com seu modo impactante de pregar a Palavra de Deus.

A Comunidade Golgota de Curitiba é uma comunidade cristã voltada para o público underground. Possui o mesmo sistema de outras igrejas [louvor, dízimos e ofertas, palavra, oração]. Sua doutrina é totalmente voltada para a Teologia Reformada. > SITE GOLGOTA <

Você pode ouvir as pregações da Golgota pelo Metalcast, clique aqui.

Legalistas, deveriam aprender a enfiar o dedo em suas próprias faces antes de nos julgar, né não!?
Não tenho saco para esse tipo de gente não…
Não podemos fazer uma brincadeira que querem nos julgar segundos “seus” princípios.
Não podemos mais sentar com nossos amigos no bar e tomar um choppinho que o dedo podre desses hipócritas já vem furando nossos olhos!!
Fora que para esse tipo de gente heavy metal, tatuagens e roupas pretas define caráter, só com isso vocês, legalistas, já despencam no meu conceito.

Que inferno!!
Até qdo isso!?

Falam tanto do capeta, mas vcs estão cumprindo o papel dele certinho!#parabéns
VÁ DE RETRO ACUSADORES!

LEITURA OBRIGATÓRIA!

LEGALISMO : ASSASSINO DA GRAÇA

A Pomba e a Serpente

Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas.
Mateus 10:16

A pomba não fere nem amedronta ninguém. Simboliza fternura e paz. A serpente lembra ameaça do bote inesperado. É símbolo de malícia e sagacidade.

(…)

Se Jesus consegui ser terno sem perder a capacidade de indignação, em nós esses aspectos mais conflitam do que se integram.
Ferimos os outros com dureza em demasia, quando poderíamos temperar nossos atoss e falas com mais brandura e compreensão. Mas também erramos no excesso de tolerância. Queremos ser agradáveis para receber aceitação, quando deveríamos manifestar firmeza e inconformismo.
Quão rica seria nossa vida se intregrássemos doçura e firmeza, compaixão e indignação!
É muito difícil trilhar os caminhos da integração. Ao olhar para Jesus, somos encorajados a buscar este alvo, lutando lutando para superar nossos limites e contando com seu auxílio e companhia.

Retirado do Livro: “Devocionais para todas as estações, Meditações Diárias, pag 22, 14 de Janeiro”

Lições da vida de Ryle…

Ontem estava lendo uma breve biografia de J. C. Ryle, escrita por Calos Antônio da Rocha.  Achei muito interessante, pois Ryle foi um Bispo Anglicano da era Vitoriana que se apaixonou pela Teologia Reformada e também pelo estudo da Palavra, sua vida foi um grande testemunho, veja logo abaixo…

LIÇÕES DA VIDA DE RYLE

O cristão de hoje pode aprender muito com a vida de Ryle.

– A vida de Ryle recorda aos cristãos que devem atender aos deveres da família. Ainda que tivesse tido uma afetuosa e íntima relação com os seus três filhos, cada um deles com o tempo abandonou a fé de seu pai. Na sua ancianidade, esta foi a sua maior fonte de tristeza.

-  A vida de Ryle recorda aos crentes que às vezes é necessário nadar contra a corrente. Ryle era um apaixonado evangélico numa época em que a teologia evangélica não era popular na Igreja Anglicana. Durante a sua vida, Ryle disputou com o Movimento de Oxford de John Henry Newman35, com o Puseyismo36 e com a crescente infiltração na Alemanha da teologia liberal. Fê-lo com inalterável lealdade aos princípios básicos das Escrituras: justificação unicamente pela fé, expiação vicária, a doutrina da Trindade, e a importância da pregação. [isso é essêncial para os nossos dias, onde o evangelho puro e simples tem sido deturpado pela Teologia Liberal, da Prosperidade, entre outras.]

– Ryle deu exemplo aos seus muitos oponentes da mansidão de Cristo. Associou as suas fortes convicções teológicas com amor e respeito pelos seus adversários. Adotou como lema este antigo ditado puritano: “No essencial, unidade; no secundário, liberdade; em todas as coisas, caridade”. Ryle procurou praticar estes princípios. Alguns dos seus ferozes oponentes assistiram ao seu funeral. Apesar das diferenças, expressaram quanto amor haviam sentido da parte de Ryle.
-  Ryle não tratou a história da igreja como algo corriqueiro. Pelo contrário, aprofundou-se nela e aprendeu da obra de Deus em gerações passadas. O resultado foi uma rica e vibrante fé, precisão doutrinal, tolerância com os opositores, e grande expectativa e desejo de experimentar de novo o poder espiritual das gerações passadas. Ryle conhecia o santo descontamento que muitas vezes sentem os que estudam a obra de Deus na história.

– Os cristãos podem aprender de Ryle como continuar a trabalhar, até na idade avançada. Na agenda de Ryle não havia lugar para a reforma. Serve ativamente a Deus até ao fim, e orou para “morrer com as botas postas”. Deus escutou a sua oração. Os seus melhores e mais frutíferos anos de ministério foram depois dos seus 64 anos.
-  A vida de Ryle mostra a importância de perseverar no meio das provas. Ele suportou o colapso financeiro da sua família, a morte de suas três esposas, e as constantes críticas dos teólogos seus adversários. Apesar disto, aplicou na sua vida as disciplinas do Senhor e através das suas provas cresceu no “fruto de justiça e paz”. Em Ryle, fez-se carne o antigo ditado puritano: “O que sofre, conquista”.

Fonte: http://www.no-caminhodejesus.blogspot.com

Trajes, somente trajes…

Durante anos, possui um elegante terno, com paletó, calça, e
até um chapéu. Considerava-me totalmente garboso nesse
conjunto, e estava certo de que os outros eram da mesma opinião.
As calças, talhei-as do tecido de minhas boas obras,
fortemente urdido de trabalhos realizados e projetos completados.
Alguns estudos aqui, alguns sermões ali. Muita gente elogiava
minhas calças, e, confesso, eu tinha a tendência de puxá-las em
público para que as pessoas pudessem notá-las.
O paletó era igualmente impressionante; tecido de minhas convicções. A cada dia, eu me vestia em profundo sentimento de
fervor religioso. Minhas emoções eram absolutamente fortes. Tão
fortes que, para dizer a verdade, muitas vezes eu era solicitado a
exibir meu manto de zelo em público, a fim de inspirar a outrem.
Claro, eu aquiescia feliz.
Enquanto isso, tinha também de expor meu chapéu — um
quepe emplumado de sabedoria, feito por minhas próprias mãos,
tecido com fibras de opinião pessoal. Eu o usava orgulhosamente.
Certamente, Deus está impressionado com minhas vestes,
pensava eu com freqüência. Ocasionalmente, impertigava-me em
sua presença para que Ele pudesse elogiar meus trajes feitos sob
medida. Ele nunca falava. Seu silêncio deve significar admiração,
convenci a mim mesmo.
Mas então o meu guarda-roupa começou a deteriorar-se. O
tecido de minhas calças esgarçou-se. Minha melhor obra, ei-la a
desintegrar-se. O que eu fazia já não podia concluir, e o pouco que
intentava já não me constituía motivo de orgulho.
Não há problema, pensei. Vou trabalhar duro. Mas o trabalho
duro era um problema. Havia um buraco em meu paletó de
convicções. Minha determinação estava puída. Um vento frio
golpeou-me o peito. Agarrei meu chapéu, e puxei-o firmemente
para baixo. A aba rasgou-se em minhas mãos.
Após um período de poucos meses, meu guarda-roupa de
justiça própria desfez-se completamente. De cavalheiro vestido sob
medida, passei a mendigo esfarrapado. Receando pudesse Deus
agastar-se com os meus trapos, remendei-os melhor que pude, e
cobri meus erros. As roupas porém estavam muito gastas. E o
vento era gelado. Desisti. Voltei para Deus. (O que mais podia
fazer?)

Texto retirado do livro:

“Nas garras da Graça, Max Lucado”

Sleeping Giant – I am Living

Um pouco de metalcore para meus irmãos que acompanham meu blog, mais um testemunho de vida do que Deus tem feito.

Espero que tenham gostado!

O deus dos palpiteiros

Se há um Deus onipotente, onisciente e onipresente, é óbvio que não podemos conhecê-Lo como objeto, ou mesmo como sujeito externo, mas apenas como fundamento ativo da nossa própria autoconsciência, maximamente presente como tal no instante mesmo em que esta, tomando posse de si, se pergunta por Ele. Tal é o método de quem entende do assunto, como Platão, Aristóteles, Sto. Agostinho, S. Francisco de Sales, os místicos da Filocalia, Frei Lourenço da Encarnação ou Louis Lavelle.

Quando um Richard Dawkins ou um Daniel Dennett examinam a questão de um “Ser Supremo” que teria “criado o mundo” e chegam naturalmente à conclusão de que esse Ser não existe, eles raciocinam como se estivessem presentes à criação enquanto observadores externos e, pior ainda, observadores externos de cuja constituição íntima o Deus onipresente tivesse tido a amabilidade de ausentar-se por instantes para que pudessem observá-Lo de fora e testemunhar Sua existência ou inexistência. Esse Deus objetivado não existe nem pode existir, pois é logicamente autocontraditório. Dawkins, Dennett e tutti quanti têm toda a razão em declará-lo inexistente, pois foram eles próprios que o inventaram. E ainda, por uma espécie de astúcia inconsciente, tiveram o cuidado de concebê-lo de tal modo que as provas empíricas da sua inexistência são, a rigor, infinitas, podendo encontrar-se não somente neste universo mas em todos os universos possíveis, de vez que a impossibilidade do autocontraditório é universal em medida máxima e em sentido eminente, não dependendo da constituição física deste ou de qualquer outro universo.

Se você não “acredita” no Deus da Bíblia, isso não faz a mínima diferença lógica ou metodológica na sua tentativa de investigar a existência ou inexistência d’Ele, quando essa tentativa é honesta. Qualquer que seja o caso, você só pode discutir a existência de um objeto previamente definido se o discute conforme a definição dada de início e não mudando a definição no decorrer da conversa, o que equivale a trocar de objeto e discutir outra coisa. Se Deus é definido como onipotente, onisciente e onipresente, é desse Deus que você tem de demonstrar a inexistência, e não de um outro deus qualquer que você mesmo inventou conforme as conveniências do que pretende provar.

O método dos Dawkins e Dennetts baseia-se num erro lógico tão primário, tão grotesco, que basta não só para desqualificá-los intelectualmente nesse domínio em particular, mas para lançar uma sombra de suspeita sobre o conjunto do que escreveram sobre outros assuntos quaisquer, embora seja possível que pessoas incompetentes numa questão que julgam fundamental para toda a humanidade revelem alguma capacidade no trato de problemas secundários, onde sua sobrecarga emocional é menor.

Longe de poder ser investigado como objeto do mundo exterior, Deus também é definido na Bíblia como uma pessoa, e como uma pessoa sui generis que mantém um diálogo íntimo e secreto com cada ser humano e lhe indica um caminho interior para conhecê-La. Só se você procurar indícios dessa pessoa no íntimo da sua alma e não os encontrar de maneira alguma, mesmo seguindo precisamente as indicações dadas na definição, será lícito você declarar que Deus não existe. Caso contrário você estará proclamando a inexistência de um outro deus, no que a Bíblia concordará com você integralmente, com a única diferença de que você imagina, ou finge imaginar, que esse deus é o da Bíblia.

Quando o inimigo da fé faz um esforço para ater-se à definição bíblica, ele o faz sempre de maneira parcial e caricata, com resultados ainda piores do que no argumento da “criação”. Dawkins argumenta contra a onisciência, perguntando como Deus poderia estar consciente de todos os pensamentos de todos os seres humanos o tempo todo. A pergunta é aí formulada de maneira absurda, tomando as autoconsciências como objetos que existissem de per si e questionando a possibilidade de conhecer todos ao mesmo tempo ex post facto. Mas a autoconsciência não é um objeto. É um poder vacilante, que se constitui e se conquista a si mesmo na medida em que se pergunta pelo seu próprio fundamento e, não o encontrando dentro de seus próprios limites, é levado a abrir-se para mais e mais consciência, até desembocar numa fonte que transcende o universo da sua experiência e notar que dessa fonte, inatingível em si mesma, provém, de maneira repetidamente comprovável, a sua força de intensificar-se a si próprio. Dez linhas de Louis Lavelle sobre este assunto, ou o parágrafo em que Aristóteles define Deus como noesis noeseos, a autoconsciência da autoconsciência, valem mais do que todas as obras que Dawkins e Dennett poderiam escrever ao longo de infinitas existências terrestres. Um Deus que desde fora “observasse” todas as consciências é um personagem de história da carochinha, especialmente inventado para provar sua própria inexistência. Em vez de perguntar como esse deus seria possível, sabendo de antemão que é impossível, o filósofo habilitado parte da pergunta contrária: como é possível a autoconsciência? Deus não conhece a autoconsciência como observador externo, mas como fundamento transcendente da sua possibilidade de existência. Mas você só percebe isso se, em vez de brincar de lógica com conceitos inventados, investiga a coisa seriamente desde a sua própria experiência interior, com a maturidade de um filósofo bem formado e um extenso conhecimento do status quaestionis.

O que mata a filosofia no mundo de hoje é o amadorismo, a intromissão de palpiteiros que, ignorando a formulação mesma das questões que discutem, se deleitam num achismo inconseqüente e pueril, ainda mais ridículo quando se adorna de um verniz de “ciência”.

FONTES:

http://www.olavodecarvalho.org/semana/090318dc.html

http://descontradizendocontradicoes.blogspot.com/2011/01/o-deus-dos-palpiteiros.html

“Vc busca a Deus pq!?” [...lê a Bíblia, estuda um mooonte a Palavra, ora por horas a fio]

 

○ Para jogar na cara dos outros que você tem vida espiritual.

○ Somente para se sentir bem espirutal e emocionalmente.

○ Pra não “queimar seu filme” perto dos seus amigos cristãos.

○ Para deixar seu ego nas alturas.

○ Pensa: “hoje já fiz minha parte como cristão, li a Bíblia e orei.”

○ Pq vc vai na igreja todos os domingos.

 

Escrevi isso para mim mesmo!

Pois é isso que tenho vivido!!

Nunca busquei a Deus por amor a Ele e simplesmente para amaciar meu ego, e estar bem espiritual e emocionalmente.

Já li muito, estudei muito e hoje abomino ver tantos cristãos ignorantes, mas esse alterego me afastou de muita gente.

Nunca vivi o “Soli Deo Gloria” pois na verdade, eu queria a glória para mim.

O que eu mais gostava era da bajulação de muitos: “Nossa, uma mulher calvinista!”, “Orrah, vc estuda bastante, hein!?”, “Vc tem a unção da apologia!” (erere, invencionismo goxpel).

Pois é, hoje estou cá, vivendo uma vida individualista, sem vida espiritual, sem comunhão aos domingos pq meu ego ficou tão nas alturas que simplesmente me distanciei de tudo e de todos.

Só posso dizer três palavras: eu me arrependo!

Se você meu caro irmão, leu isso e também tem vivido essa triste realidade em sua vida, ARREPENDA-SE!

Se não viverá uma vida individualista , sem amigos, sem Igreja, sem ânimo para nada!!

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